Fernando Silva, candidato a presidência do Santos FC na chapa 5, apresenta propostas para gestão 2015-2017



Chapa Mar Branco: http://www.marbranco.com.br/
Vídeo apresentação: http://youtu.be/z0fjAL_PEvM

Propostas e Programa de Gestão 2015-2017
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1 – A TORCIDA DEMANDA BOM TIME;
2 – BONS TIMES DEMANDAM RECEITA;
3 – RECEITAS DEMANDAM PARTICIPAÇÃO DA TORCIDA.

Baseados neste tripé (TIME, RECEITA E TORCIDA), recomendamos SETE 
PILARES a serem adotados como compromisso de gestão para o período 2015-2017. 
Importante ressaltar que estas propostas não substituem, mas ao contrário, devem 
reforçar os compromissos com a contínua profissionalização, democracia e 
transparência da administração do Clube. Enquanto admitimos progresso sob essas 
três perspectivas, ressaltamos que há ainda longo caminho a percorrer no sentido de 
transformar o Clube numa organização de classe mundial. Antes de prosseguir com
exposição dos PILARES, convém uma breve análise do status atual do Santos 
Futebol Clube e seu mercado.
Observando os dados contidos na íntegra deste documento e considerando 
divergências metodológicas entre as várias pesquisas disponíveis, o Santos FC:
  • Tem entre 5 e 6 milhões de torcedores, sendo a 8ª torcida a nível nacional;
  • Tem a torcida proporcionalmente mais masculina entre todas (70/30);
  • Tem distribuição socioeconômica de 48%-classes A e B, 47% na C e 5% na D;
  • Tem enorme gap de torcedores na faixa etária entre 25 e 29 anos (4%);
  • Tem enorme desafio de reposição dos torcedores com mais de 50 anos (34%);
  • Distribuição geográfica concentrada no Estado de São Paulo, com alguma 
  • -presença nas regiões metropolitanas de Curitiba/PR, Brasília/DF, 
  • -Florianópolis/SC, Goiânia/GO e Vitória/ES;
  • Tem a torcida com menor rejeição a simpatizar por outro clube estrangeiro.

Considerando a recente atração de novos torcedores por conta do fenômeno 
“Neymar”, cabe ressaltar o enorme desafio de sedimentar este novo contingente,
especialmente por ser formado por crianças ainda em idade propensa a trocar de
 clube. Dada a impossibilidade de aumentar rápida e significativamente a
 quantidade de torcedores, o que em última instância representa o potencial de 
geração de receitas, resta ao Santos FC trabalhar no campo da diferenciação 
e não é e nem será o maior em quantidade, resta buscar outros diferenciais, por
 exemplo, o branding (a marca).
Dois outros fatores são de relevante importância no atual mercado da bola:
  1. O fato dos maiores clubes passarem a contar com arenas para exploração de 
  2. novos e diferenciados serviços; A concentração de receitas de TV em dois 
clubes.Isto posto, há pelo menos dois diferenciais a perseguir:  INTELIGÊNCIA
 e  VELOCIDADE.

Saiba mais e conheça melhor os nossos pilares aqui:

Pilar 1 – Fidelidade à Identidade do Clube


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Introdução - O time, através do seu potencial competitivo e do respeito à identidade 
com as características históricas do Clube, é o principal elo entre o Clube e a Torcida, 
sendo assim o elemento chave de engajamento dos torcedores e consequente potencial 
de capitalização em Receitas.

1 – FIDELIDADE À IDENTIDADE DO CLUBE: EQUIPE COMPETITIVA, 
RECONHECIDAMENTE OFENSIVA E QUE PRIVILEGIA O FUTEBOL 
ARTE:
  • Não abrir mão de ter equipes que reflitam a identidade do Clube.
  • Do presidente aos gerentes de futebol, todos os profissionais responsáveis por 
  • prospecção, captação, avaliação, contratação ou dispensa de atletas ou técnicos, 
  • devem ter como premissa de suas decisões o respeito à IDENTIDADE do Clube.
  • Todos os atletas e comissões técnicas, da base ao profissional, devem estar 
  • cientes da expectativa de fidelidade à IDENTIDADE do Clube e devem 
  • desenvolver seu trabalho (indicações, treinamentos, formações táticas, jogos, etc.) 
  • de forma a atender tal expectativa.
  • Permear as características da IDENTIDADE do Clube a todas as dimensões 
  • administrativas, especialmente nas esferas de Marketing e de Comunicação.
  • Inteligência.
  • Formar equipe específica, desenvolver metodologia e utilizar ferramentas 
  • (software, estatísticas, pesquisas, etc.) para suporte a contratações e vendas de 
  • atletas, estabelecer padrões salariais e dar suporte as comissões técnicas, seja na 
  • evolução técnica e tática do time, seja na avaliação de desempenho dos atletas.

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Introdução / Time - O time, através do seu potencial competitivo e do respeito à 
identidade com as características históricas do Clube, é o principal elo entre o 
Clube e a Torcida, sendo assim o elemento chave de engajamento dos torcedores e 
consequente potencial de capitalização em Receitas.

2 – REFORMULAR A BASE:
  • Renovar infraestrutura (CT e alojamento) com recursos de leis de incentivo;
  • Formar equipe específica para:
  1. Submissão de projetos para levantamento de recursos de leis de incentivo;
  2. Prospectar parceiros para levantamento efetivo dos recursos;
  3. Gerenciar a execução dos projetos (tempo e orçamento);
  • Inteligência.
  • Formar equipe específica, desenvolver metodologia e utilizar ferramentas 
  • (software, estatísticas, pesquisas, etc.), em conformidade com as características 
       de IDENTIDADE do Clube, para:
  1. Suporte a captação, formação e profissionalização de atletas;
  2. Suporte as Comissões Técnicas no acompanhamento da evolução do desempenho 
  3. técnico dos atletas; Fornecer informações objetivas quando da avaliação de 
  4. dispensa de atletas; Parcerias e intercâmbio
  • Formar equipe específica para:
  1. Fazer benchmark da metodologia de formação do Barcelona de forma a
  2.  capitalizar o recente acordo com esse Clube; Topicalizar o aprendizado à 
  3. metodologia e Identidade do SFC; Gerenciar a aplicação da metodologia até que
  4.  ela esteja sedimentada;Após sedimentação da metodologia, estender partes à
  5.  Rede de Escolinhas de forma a abreviar e utilizar critérios objetivos no processo
 de captação; Retomar o “NAVE” com vistas a captação fora de grandes centros.

Pilar 3 – Arenas – Definir Nossos Mandos 

de Jogos

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Introdução / Receitas - As receitas são o resultado mais visível da capacidade 
administrativa do Clube em transformar seus ativos (time, marca, imagem, conteúdo, 
produtos, etc.) em capital. A atraente imprevisibilidade dos jogos de futebol leva 
alguns a pensar que bons times independam de recursos financeiros substanciais e, 
infelizmente, há episódios que parecem comprovar esse pensamento. Entretanto, ao 
analisarmos períodos mais longos, o sucesso ou insucesso está diretamente ligado à 
capacidade econômica para formação, contratação e manutenção de atletas de ponta.

Do ponto de vista do uso das receitas, reforçamos a importância das ações de 
Inteligência descritas anteriormente. Do ponto de vista da geração de receitas, clubes 
de futebol têm basicamente quatro fontes distintas: venda de atletas, arenas, contratos 
de TV e Marketing. Descartando a venda de jogadores como uma atividade fim para 
efeito de geração de receitas, recomendamos:

Pilar 4 – Contratos de TV

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Introdução / Receitas - As receitas são o resultado mais visível da capacidade 
administrativa do Clube em transformar seus ativos (time, marca, imagem, conteúdo, 
produtos, etc.) em capital. A atraente imprevisibilidade dos jogos de futebol leva 
alguns a pensar que bons times independam de recursos financeiros substanciais e, 
infelizmente, há episódios que parecem comprovar esse pensamento. Entretanto, ao 
analisarmos períodos mais longos, o sucesso ou insucesso está diretamente ligado à 
capacidade econômica para formação, contratação e manutenção de atletas de ponta.

Do ponto de vista do uso das receitas, reforçamos a importância das ações de 
Inteligência descritas anteriormente. Do ponto de vista da geração de receitas, clubes 
de futebol têm basicamente quatro fontes distintas: venda de atletas, arenas, contratos
de TV e Marketing. Descartando a venda de jogadores como uma atividade fim para
efeito de geração de receitas, recomendamos:
4 – CONTRATOS DE TV:
  • Avaliar e desenvolver outros canais de conteúdo (rádio, TV, internet);
  • Rever condições de apuração e remuneração de PPV;
  • Rever proporção de jogos transmitidos em TV aberta e a cabo;
  • Negociar novos termos para transmissões via internet.

Pilar 5 – Marketing

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Introdução / Receitas - As receitas são o resultado mais visível da capacidade 
administrativa do Clube em transformar seus ativos (time, marca, imagem, conteúdo, 
produtos, etc.) em capital. A atraente imprevisibilidade dos jogos de futebol leva 
alguns a pensar que bons times independam de recursos financeiros substanciais e, 
infelizmente, há episódios que parecem comprovar esse pensamento. Entretanto, ao 
analisarmos períodos mais longos, o sucesso ou insucesso está diretamente ligado à 
capacidade econômica para formação, contratação e manutenção de atletas de ponta.

Do ponto de vista do uso das receitas, reforçamos a importância das ações de 
Inteligência descritas anteriormente. Do ponto de vista da geração de receitas, clubes 
de futebol têm basicamente quatro fontes distintas: venda de atletas, arenas, contratos
de TV e Marketing. Descartando a venda de jogadores como uma atividade fim para
efeito de geração de receitas, recomendamos: 
5 – MARKETING:

  • Definir Visão, Missão, Valores;
  • Profissionalizar o Departamento de M0rketing
  • Gerentes de Produto para cada fonte de Receita (match day, TV, rádio,
  •  internet, revista, Sócio Rei, marca, licenciamentos, escolinhas, patrocínios,
  •  publicidade, day camp, museu, material esportivo, outros);
  • Remuneração variável por metas de receita e lucratividade por produto;
  • Marketing de Relacionamento, Comunicação de Marketing, Market Intelligence,
  •  pesquisas de mercado.

Pilar 6 – Incrementar Presença e Interação a

 Nível Nacional

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Introdução / Torcida – A Torcida é a razão e finalidade de existência do Clube.
 Os Times devem ser formados mirando as suas expectativas e a administração do
 Clube deve ser voltada essencialmente para a sua satisfação. Do engajamento da
 Torcida nasce o potencial de receitas de curto, médio e longo prazo. A Torcida é
 o centro.
6 – INCREMENTAR PRESENÇA E INTERAÇÃO A NÍVEL NACIONAL:
  • Embaixadas (reduzir requerimentos mínimos, prover suporte à formação, elaborar
  •  programas de relacionamento);
  • Jogos e pré-temporadas em outros estados;
  • Jogos via internet (ver item contratos de TV);
  • Estratificar programas de associação considerando a distância do Clube (Sócio
  •  Nacional – mensalidade diferenciada);
  • Multiplicar as escolinhas.

Pilar 7 – Priorizar a Gestão para os Sócios

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Introdução / Torcida – A Torcida é a razão e finalidade de existência do Clube.
 Os Times devem ser formados mirando as suas expectativas e a administração
 do Clube deve ser voltada essencialmente para a sua satisfação. Do engajamento
 da Torcida nasce o potencial de receitas de curto, médio e longo prazo. A Torcida
 é o centro.
7 – PRIORIZAR A GESTÃO PARA OS SÓCIOS:
  • Investir em Banco de Dados de Associados, Torcedores e Simpatizantes;
  • Identificar, através de ampla pesquisa, as necessidades e desejos dos sócios;
  • Marketing de Relacionamento (programas, promoções, premiações, privilégios,
  •  pesquisas, redes sociais, etc.);
  • Programa de Milhagem;
  • Aumento de benefícios e serviços (futebol melhor);
  • Seguir o modelo do Benfica (POR);
  • Autogestão.
  • Obs.: são ações que permitirão que o sócio de carteirinha não pagará ingresso.















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